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terça-feira, 3 de maio de 2016

FESTIVAL de poemas

Florbela Espanca

A vida é sempre a mesma para todos: rede de ilusões e desenganos. O quadro é único, a moldura é que é diferente.
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Se penetrássemos o sentido da vida seríamos menos miseráveis.
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Quem disser que pode amar alguém durante a vida inteira é porque mente.
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É pensando nos homens que eu perdoo aos tigres as garras que dilaceram.
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Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder...para me encontrar....

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