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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Poemas

RETRATO EM LUAR

Meus olhos ficam neste parque,
minhas mãos no musgo dos muros,
para o que um dia vier buscar-me,
entre pensamentos futuros.

Não quero pronunciar teu nome,
que a voz é o apelido do vento,
e os graus da esfera me consomem
toda, no mais simples momento.

São mais duráveis a hera, as malvas<
que a minha face deste instante.
Mas posso deixá-la em palavras,
gravada num tempo constante.
Nunca tive os olhos tão claros
e o sorriso em tanta loucura.
Sinto-me toda igual às árvores:
solitária, perfeita e pura.

Aqui estão meus olhos nas flores,
meus braços ao longo dos ramos:
e, no vago rumor das fontes,
uma voz de amor que sonhamos.
 
TEXTO EN ITALIANO  
RETRATTO AL CHIAR DI LUNA
         Trad. Anton Angelo Chiocchio

Lascio i miei occhi in questo parco
le mani nel muschio dei muri,
per quegli che un giorno a cercarmi
verrà, tra pensieri futuri.

Non voglio chiarmarti per nome:
parrebbe il sibilo del vento;
brucio tra i gradi della sfera
turra, nel símplice momento.

Durano più l´edera, l´erba
che il viso mio di quest´instante.
Ma psso fissarlo in parole,
scolpirlo in un tempo costante.

Mai gli occhi ho avuti tanto chiari
e folle il riso, come l´aria...
mi sento tutta uguale agli aberi:
perfetta, pura e solitaria.

Qui l´occhio mio vede dal fiore,
qui il braccio mio teso à nel ramo,
que voci d´acque vaghe echeggiano
quella d´amore che sognamo.
                    CECILIA MEIRELES               

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Trabalho de Geografia

E.M. Silveira Sampaio

Tema:Revolução Cultural Chinesa


Professor⇒Tadeu


Aluno⇒Luiz Tiago;30


 Revolução Cultural Chinesa foi uma profunda campanha político-ideológica levada a cabo a partir de 1966 na República Popular da China, pelo então líder do Partido Comunista ChinêsMao Tsé-tung, cujo objetivo era neutralizar a crescente oposição que lhe faziam alguns setores menos radicais do partido.



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Revolução Cultural ChinesaCartaz fazendo propaganda política da Revolução Cultural feita por Mao Tsé-tung




A dominação de Mao Tsé-tung sob o governo chinês promoveu um amplo conjunto de reformas naquele país. Contando com uma população tão ampla, o projeto da Revolução Cultural ou Grande Revolução Cultural Proletária foi um projeto hegemônico que mobilizou as massas chinesas. Sob o apelo de seu líder político, esse episódio marcou a perseguição dos dissidentes ao novo regime instalado desde 1959. 

Depois de ocupar a posição de líder Máximo da Revolução em 1959, Mao sofreu uma derrota política responsabilizada pelo fracasso de seu plano de ação política chamado de Grande Salto Para Frente. O projeto desenvolvimentista de Mao Tsé-tung, que combinava incentivo à economia agrária e à criação de uma indústria pesada, fracassou tendo como conseqüência o empobrecimento de boa parte da população. Em resposta, Liu Shaoqi e Deng Xiaoping, antigos líderes comunistas, o retiraram do comando político. 

Fazendo da Revolução Cultural um contragolpe político, Mao convocou a formação das chamadas Guardas Vermelhas. Essas seriam milícias formadas por jovens doutrinados pelo chamado Livro Vermelho. Tal obra, de autoria de Mao, continha as principais diretrizes de ação política daqueles considerados fiéis à revolução. Além de oferecer orientação política, o Livro Vermelho defendia a perseguição de todos os indivíduos contrários aos ideais da revolução. 

Em conseqüência da massiva adesão, vários dissidentes e intelectuais foram perseguidos pelo regime maoísta. As artes e a produção de conhecimento perderam sua autonomia em função dos interesses políticos de Mao Tsé-tung. As obras deveriam retratar uma visão positiva do processo revolucionário, retratando a “triunfante realidade” vivida no país. Além disso, o culto à imagem de Mao era amplamente incentivado. Vários cartazes e pinturas representavam Mao Tsé-tung como um líder supremo responsável pelas recentes glórias do povo chinês. 

A força de polícia dada às Guardas Vermelhas acabou trazendo sérias contendas no interior do cenário político chinês. Gradativamente, setores contrários à hegemonia maoísta voltavam ao poder. Com a morte de Mao, em 1976, o sistema repressor da Revolução perdeu seu grande sustentáculo político. Logo em seguida, Deng Xiaoping – que anteriormente foi alvo das Guardas Vermelhas – assumiu o país. Com sua chegada, foram tomadas as primeiras reformas econômicas que, posteriormente, promoveriam a abertura da economia chinesa.


Por Rainer Sousa

Mestre em História ( http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/china/revolucao-cultural-chinesa.htm )


Introdução 

A Revolução Chinesa foi um movimento político, social, econômico e cultural ocorrido na China no ano de 1911. Liderada pelo médico, político e estadista chinês Sun Yat-sen. Este movimento nacionalista derrubou a Dinastia Manchu do poder.


Causas: China antes da revolução

No século XIX, no contexto do imperialismo, a China era dominada e explorada pelas potências europeias, principalmente pelo Reino Unido. Esta potência imperialista, além de explorar a China economicamente, interferia nos assuntos políticos e culturais da China. Os imperadores da Dinastia Manchu eram submissos à dominação europeia. 

A distribuição das terras produtivas chinesas também era um outro problema para o país, pois quase 90% estavam nas mãos de grandes proprietários rurais (espécies de senhores feudais).

Entre 1898 e 1900 um ato de rebeldia contra a dominação estrangeira ocorreu na China. Os boxers fizeram uma revolta de caráter nacionalista que foi duramente reprimida pelas tropas estrangeiras. Este conflito ficou conhecido como Guerra dos Boxers.

Em 1908, Sun Yat-sen fundou o Partido Nacionalista (Kuomintang) cujo principal objetivo era fazer oposição à monarquia e ao domínio europeu no país. 

A Revolução Nacionalista

Em 1911, com o apoio de grande parte dos militares chineses, Sun Yat-sen foi proclamado primeiro presidente da República Chinesa. Porém, em várias regiões do país comandadas por grandes proprietários rurais ocorreram resistências, mergulhando a China num longo período de guerra civil. 

Em 1925, com a morte de Sun Yat-sen, ocorreu uma disputa pelo controle do Kuomintang, que acabou por se fundir com o Partido Comunista Chinês. 

Em 1927, o general Chiang Kai-shek assumiu o poder do Kuomintang e, no comando das tropas chinesas, começou a combater os opositores da República, entre eles os grandes proprietários rurais e comunistas.

Os conflitos entre nacionalistas e comunistas ficou suspenso apenas na Segunda Guerra Mundial, quando combateram, juntos, o Japão que tentava conquistar a China. Com o término da conflito mundial e a expulsão dos japoneses do território chinês, as tropas nacionalistas de Chiang Kai-shek voltaram a perseguir e combater os comunistas de Mao Tse-tung, reiniciando o conflito armado.


A Revolução Comunista 

Em outubro de 1949, os comunistas tomam o poder e proclamam a República Popular da China, com Mao Tse-tung como chefe supremo. Transformada num país comunista, a China passou por uma série de reformas como, por exemplo, coletivização das terras, controle estatal da economia e nacionalização de empresas estrangeiras.
  
👉👀Cultura Chinesa
    
Escrita e idiomas


A escrita chinesa é baseada em ideogramas (desenhos), sendo que eles representam ideias, objetos, sentimentos, etc. O mandarim é o dialeto mais falado na China, porém, existem outros como, por exemplo, wu, cantonês, dialetos min, jin, xiang, kejia, gan, entre outros.


Religião


Na China existe uma grande diversidade religiosa. As principais religiões são: Confucionismo e Taoísmo (consideradas também como filosofias de vida), Budismo, Islamismo e Cristianismo.


Culinária


Os chineses utilizam muitos ingredientes, molhos (shoyu é o mais conhecido) e temperos em sua culinária. Arroz, peixe, carnes vermelhas, broto de bambu e legumes são utilizados em diversos pratos. Uma espécie de biscoito, fino e crocante, o rolinho primavera, é um dos alimentos chineses mais conhecidos no Ocidente. Um alimento consumido na China, e considerado exótico no Ocidente, é a carne de cachorro. Outros alimentos consumidos pelos chineses, e não muito comuns no ocidente, são: carne de cobra, escorpião, besouros e cavalo-marinho.

Arte


A arte chinesa é marcada bela beleza dos vasos em cerâmica pintados, artesanalmente, com motivos culturais da China. A arte em seda também é outro aspecto importante. Os pintores chineses destacam, em suas telas, as belezas naturais da China (paisagens, animais) e aspectos mitológicos.


Música


A música chinesa é tocada com a utilização de vários instrumentos, sendo que os mais importantes são: flauta, instrumentos de corda, gongos, tímpanos e pratos.


Invenções


Os chineses contribuíram muito para o desenvolvimento do conhecimento no mundo todo. As principais invenções chinesas são: papel, pólvora, leme de navegação, estribo, bússola, etc.

👉💥Geografia da China


Localização Geográfica: região leste da Ásia
Coordenadas Geográficas: 35 00 N, 105 00 E

Limites geográficos: Mongólia, Cazaquistão e Rússia (norte), Nepal, Índia e Myanmar (Sul), Oceano Pacífico (leste) e Paquistão, Índia, Tadjquistão (oeste)

Área: 9.536.499 km²

Fronteiras com os seguintes países: Afeganistão, Butão, Myanmar, Índia, Cazaquistão, Coreia do Norte, Quirguistão, Laos, Mongólia, Nepal, Paquistão, Rússia, Tadjiquistão e Vietnã.

Extensão do litoral: 14.500 km

Clima: de montanha (Oeste e Sudoeste), árido frio (Norte, Noroeste e Centro), de monção (litoral Sul)

Relevo: colinas e cordilheiras baixas no sul; planícies aluviais no leste, planalto da Mongólia no norte; Cordilheira do Himalaia no oeste

Ponto mais baixo: Turpan Pendi (-154 metros)
 Ponto mais alto: Monte Everest (8.850 metros)

Principais recursos naturais: carvão, minério de ferro, petróleo, gás natural, estanho, mercúrio, manganês e tungstênio.

Uso da terra: terra arável (14,86%), culturas permanentes (1,27%) e outros (83,87%)

Principais rios: rio Amarelo, Mekong, Xi-Jiang e Yangtzé

Deserto: deserto de Gobi, situado na região Norte

Principais problemas ambientais: poluição do ar nos grandes centros urbanos e regiões industriais; desmatamento e poluição da água.

(SuaPesquisa.com)

Trabalho de História

E.M. Silveira Sampaio

Tema:O nazi-fascismo e a segunda guerra mundial

Professor:Thiago
Alunos:Luiz Tiago;30
            Samira Gomes;39

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      O que é (significado)

O nazi-fascismo foi uma doutrina política que surgiu e desenvolveu, principalmente, na Itália e Alemanha entre o começo da década de 1920 até o final da Segunda Guerra Mundial. Esta doutrina ganhou o nome de nazismo na Alemanha e teve como principal representante Adolf Hitler. Na Itália, ganhou o nome de fascismo e teve Benito Mussolini como líder.

Principais características do nazi-fascismo:

- Nacionalismo: valorização exacerbada da cultura, símbolos (bandeiras, hinos, heróis nacionais) e valores da nação.

- Totalitarismo: concentração de poderes nas mãos do líder da nação. Falta total de democracia e liberdade. No sistema totalitário as pessoas devem seguir tudo que é determinado pelo governo. Os opositores são presos e, em muito casos, executados.

- Militarismo: investimentos pesados no desenvolvimento e produção de armas. Além de proteção, os nazifascistas defendiam o uso deste poderio militar para fins de expansão territorial.

- Anticomunismo: os comunistas foram culpados pelos nazifascistas como sendo os grandes responsáveis pelos problemas sociais e econômicos existentes. Muitos comunistas foram perseguidos, presos e executados pelos nazifascistas da Alemanha e Itália.

- Anti-liberalismo: ao invés da liberdade econômica, defendiam o controle econômico por parte do governo. O governo deveria controlar a economia, visando o desenvolvimento da nação.

- Romantismo: para os nazifascistas a razão não seria capaz de gerar o desenvolvimento de uma nação, mas sim o auto-sacrifício, as atitudes heroicas, o amor a pátria e a fé e dedicação incondicional ao líder político.

- Antissemitismo: atitudes de preconceito e violência contra judeus. De acordo com os seguidores do nazi-fascismo, os judeus eram, junto com os comunistas, os grandes responsáveis pelos problemas econômicos do mundo. Dentro deste pensamento, Hitler tentou eliminar os judeus durante a Segunda Guerra Mundial, matando-os em campos de concentração. Este evento ficou conhecido como Holocausto.

- Idealismo: transformação das coisas baseada nos anseios e instintos.

- Expansionismo: busca de expansão territorial através de invasões, ocupação e domínios de territórios de outros países. Para isso era necessário investir no setor bélico e promover guerras. Baseado neste ideal, a Alemanha Nazista invadiu a Polônia em 1939, dando início a Segunda Guerra Mundial.

- Superioridade racial: linha de pensamento que defende a ideia de que algumas raças são mais desenvolvidas do que outras. Os nazistas, por exemplo, defendiam que os arianos (no caso homens brancos alemães) eram superiores às outras raças e, portanto, deveriam exercer a supremacia mundial.
Mussolini e Hitler: líderes do nazi-fascismo                    

A II fase da ofensiva Nazi-fascista

A invasão da URSS

Vários fatores contribuíram para que Hitler se decidisse a invadir a URSS. Era-lhe difícil precisar quanto tempo a União Soviética se manteria fora do conflito e já que mais tarde ou mais cedo ela se envolveria, decidiu tomar a iniciativa atacando antes. Hitler subestimou o potencial soviético e de certa forma, sua opinião sobre a capacidade de resistência do Exército Vermelho era compartilhada pelos observadores ocidentais. Em 1937 Stalin havia expurgado todo alto-comando das Forças Armadas, 65% dos oficiais desapareceram nos campos de concentração ou pelos fuzilamentos.

Stalin recebeu vários avisos da iminência da invasão. Tanto o serviço secreto britânico como o Departamento de Estado americano alertaram-no com suficiente antecipação. O espião soviético, Sorge, que atuava na Embaixada Alemã em Tóquio, enviou mensagem indicando a data exata em que os exércitos alemães atacariam. Nada disso convenceu Stalin. Acreditava que não passavam de manobras para envolvê-los numa guerra contra a poderosa Alemanha. Ordenou, inclusive, que os exércitos soviéticos se afastassem da fronteira alemã para evitar qualquer tipo de provocação. Assim, não é de espantar que fossem pegos de surpresa quando a invasão iniciou.A fragilidade do potencial soviético foi testada na guerra conta a pequena Finlândia, onde os russos padeceram severas perdas para submeter os fineses. Inegavelmente o peso maior devia-se ao antagonismo de ambos sistemas políticos. Hitler, afinal era o campeão do anti-comunismo, e esperava apoio mundial para sua cruzada contra bolchevismo. O pacto germano-soviético, fora apenas um interlúdio tático para consolidar seu domínio no Ocidente e desta forma poder jogar todo o peso do poderio alemão contra URSS.
Os alemães dividiram suas forças em três grandes grupos de assalto. Os Exércitos do Norte, sob comando do Gen. Von Leeb possuía 57 divisões e sua missão era ocupar os Estados Bálticos e unir-se com os finl andeses em Leningrado. Os Exércitos do Centro, sob comando do Gen. Von Bock, composto por 45 divisões tinha como missão dirigir-se a Moscou. Os Exércitos do Sul, sob chefia de Von Rundstedt, com 38 divisões deslocaria-se para as férteis regiões da Ucrânia e posteriormente para o Cáucaso, rico em minérios e petróleo.
O ímpeto do ataque alemão desbaratou as forças fronteiriças e destruiu, quase toda a força aérea soviética, que foi abatida no solo. A penetração alemã teve poucos obstáculos. Suas divisões blindadas avançavam celeremente, envolvendo os exércitos russos em enormes bolsões. Nos primeiros meses do conflito, mais de 650 mil prisioneiros foram feitos. O otimismo e a certeza de uma vitória fácil inundou o Alto-Comando alemão.Era a mais vasta operação de guerra até então ensejada pelos alemães, implicando numa força de 150 divisões mais tropas auxiliares de outras nacionalidades (romenos, húngaros, espanhóis, italianos, e pequenos grupamentos fascistas) perfazendo 3 milhões e duzentos mil soldados. Uma força dez vezes superior a de Napoleão quando este invadira a Rússia cento e trinta anos antes, e o maior exército invasor de todos os tempos.
Pelos seus cálculos, pouco restava do poderio militar soviético, visto que em apenas cinco meses amplas regiões da Rússia caíram sob seu controle. Leningrado estava cercada, a estrada para Moscou desguarnecida, a Ucrânia desamparada. Mas lentamente a determinação e resistência dos soviéticos se fez sentir - uma guerra de vida e morte se perfilava no horizonte.

2ª fase da guerra1941 - Vilarejo russo em chamas

Bibliografia: SuaPesquisa.com ; Educaterra.terra

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Oriente Médio


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GUERRA do GOLFO

 
Causas da Guerra

Um dos motivos da invasão alegado pelo presidente iraquiano, Saddam Hussein, foi que o Kuwait estava prejudicando o Iraque no comércio de petróleo, vendendo o produto por um preço muito baixo. Com isso, o Iraque estaria perdendo mercado consumidor e precisando baixar o preço de seu petróleo no mercado internacional. Para diminuir os prejuízos, o Iraque pediu uma indenização milionária ao governo do Kuwait. O governo do Kuwait não aceitou a reivindicação de indenização e não efetuou o pagamento.

Havia também outro problema envolvendo os dos países do Oriente Médio. O Iraque reivindicava a devolução de um território que pertencia ao Kuwait, mas que o governo iraquiano afirmava que fez parte do Iraque no passado.

Como o Kuwait não pagou a indenização pretendida pelo Iraque e não entregou o território, o governo iraquiano enviou tropas que ocuparam o Kuwait, tomando os poços de petróleo.

O desenvolvimento da guerra
Essa guerra perdurou cerca de  40 dias, constituindo-se de um conflito rápido, mas intenso. Até meados do dia 24 de fevereiro, os combates foram basicamente aéreos. Posteriormente, ações terrestres tiveram início e duraram cerca de três dias, tempo no qual Saddam retirou suas tropas do Kuwait.

  
Os E.U.A na guerra 


No ano de 1990, após a queda do muro de Berlim (1989), os Estados Unidos da América declararam guerra ao Iraque. A Guerra Fria havia terminado, mas os norte-americanos já estavam envolvidos em outro conflito
Os Estados Unidos demonstraram seu potencial militar utilizando as mais sofisticadas armas e munições produzidas pela indústria bélica. O conflito se tornou uma das primeiras guerras da história que foram transmitidas pela televisão concomitantemente ao conflito.

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Fim da Guerra
No mês de dezembro de 1990, a Organização das Nações Unidas solicitou, aos países integrantes dessa instituição, a luta pela libertação do Kuwait. Em dezembro de 1990, o Iraque havia recebido o último pedido de retirada das suas tropas do Golfo Pérsico. No mês de janeiro de 1991, a coalizão liderada pelos Estados Unidos da América iniciou uma campanha militar contra o Iraque.
Várias vítimas civis foram feitas com os ataques das forças lideradas pelos EUA, que denominaram essas mortes como efeitos colaterais. Inclusive um abrigo antiaéreo foi bombardeado, resultando na morte de, no mínimo, 315 pessoas, dentre elas 130 crianças. Centenas de refugiados dirigiram-se para a fronteira com a Jordânia para escapar dos ataques.
De baixas militares houve entre 60 mil e 200 mil soldados iraquianos. Do lado aliado, 148 soldados caíram em batalha e outros 145 morreram em outras situações, como ataques realizados por engano nas próprias tropas aliadas.
Outro fato marcante da Guerra do Golfo foi o desastre ambiental causado pela queima de centenas de poços de petróleo que resultou em uma intensa poluição do ar, que se espalhou por milhares de quilômetros. Foram necessários dez meses para que o fogo fosse apagado. Milhões de barris de petróleo foram despejados no Golfo Pérsico, resultando na contaminação das águas do Oceano Índico e na zona costeira do Kuwait, além da morte de milhares de espécies animais que habitavam a região.
 Prejuízos econômicos também foram gigantescos. Porém, Saddam Hussein continuou no poder do Iraque e reorganizou, com o passar dos anos, a economia e o exército iraquiano.
                                     Bibliografia: Mundo Educação  ; Aulos Online
                                                                         Aluno:Luiz Tiago Gomes                               

República da Espada

Conceito de República da Espada

República da Espada é o nome que se dá ao período inicial da República no Brasil (entre 1889 e 1894). Ganhou este nome, pois o Brasil foi governado por dois militares neste período: Marechal Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.

Contexto histórico

Após a Proclamação da República (15/11/1889), as oligarquias brasileiras temiam a volta da monarquia, pois sabiam que esta fase de transição poderia ser um momento de fragilidade política. Portanto, confiaram esta fase inicial do regime republicano ao exército para garantir a instauração da República. Tanto os militares quanto os ricos cafeicultores da região sudeste não desejavam o retorno ao regime monárquico.

Características gerais principais:

- Ações voltadas para a transição do regime monárquico para o republicano;

- Instalação e consolidação das instituições da República como, por exemplo, o sistema eleitoral;

- Adesão aos ideais do positivismo;

- Estabelecimento do Estado Laico (separação entre o Estado e a Igreja);

- Manutenção das oligarquias agrárias no poder, principalmente dos cafeicultores da região sudeste.

Governo Provisório de Deodoro da Fonseca (1889 a 1891)

Foi estabelecido para garantir a transição da Monarquia para a República, formar um governo de transição e resolver os problemas mais urgentes.

Principais medidas:

- Abolição das instituições da Monarquia;

- Anulação da Constituição de 1824;

- Convocação de eleições para uma Assembleia Constituinte.

Encilhamento

O encilhamento foi o nome que ganhou a política econômica do Ministro Rui Barbosa que visava o desenvolvimento do Brasil, principalmente na área industrial. Esta política baseava-se na adoção de medidas protecionistas, liberdade para a emissão de moeda por parte de bancos privados e facilidades para abertura de empresas de capital aberto.

As medidas não deram certo e geraram uma grave crise econômica no país. O que se viu foi o aumento da inflação, falências de empresas e o crescimento da especulação financeira.

A Constituição de 1891

A primeira constituição da República foi promulgada em 24 de fevereiro de 1891, ela apresentou as seguintes características:

- Estabelecimento da República Federativa, composto por vinte estados (unidades da federação), possuidores de certa autonomia;

- Divisão da República em três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário;

- Manutenção da propriedade particular;

- Liberdade de pensamento e de associação;

- Criação de sistema eleitoral com as seguintes características: era aberto (não secreto) e não tinham direito ao voto as mulheres, menores de 21 anos, mendigos, analfabetos, soldados e padres.

Governo Constitucional de Deodoro da Fonseca (1891)

Após o fim do período provisório, Deodoro da Fonseca se manteve no poder com apoio dos militares, cafeicultores e políticos que representavam as oligarquias agrárias do país. Porém, foi um período muito conturbado e de grande pressão política. A crise econômica era grande e os militares deixaram de dar apoio ao governo após este fechar o Congresso, desrespeitando a Constituição, e convocar novas eleições. Com pouco apoio político, Deodoro renunciou em 23 de novembro de 1891.

Governo Floriano Peixoto (1891 a 1894)

De acordo com a Constituição, se um presidente não completasse dois anos de mandado, ao renunciar, deveriam ser convocadas eleições presidenciais. Porém, o marechal Floriano Peixoto assumiu o poder e não convocou eleições.

Seu governo foi marcado por:

- Enfrentamento de revoltas como, por exemplo, A revolta da Armada (1893) e a Revolução Federalista no Rio Grande do Sul (1893);

- Adoção de medidas populares: redução dos valores dos aluguéis, redução de imposto sobre a carne, construção de casas populares;

- Forma de governar marcada pelo nacionalismo;

- Medidas econômicas protecionistas, visando proteger a nascente indústria brasileira.